Sol de inverno - Crítica
Paletas frias com um inverno ensolarado. Sol de Inverno, uma jóia escondida do Festival de Cannes, dirigido por Hirosh Okuyama e distribuído pela Michiko Filmes é aquele típico filme japonês, ambientado nos anos 80/90 que você tem vontade de morar numa cidade pequena que neva, ouvindo citypop nas alturas com seu diskman e uma Polaroid pendurada no pescoço. Você sente a sensação de plenitude e lentidão, cotidiano lento, uma boa sensação da vida lenta e preguiçosa, que combina perfeitamente para um clima de inverno nevado. E essa sensação que poderia descrever sobre o filme: leveza, lentidão, mas ao mesmo tempo, se mistura com empolgação, curiosidade, tranquilidade é que vamos explorar a vida de Takuya, que nada simpatiza e se sente pertencente a esportes "brutos." Mas, em tal momento, algo, na verdade, alguém chama sua atenção. Sakura, é seu nome. Um nome familiar para qualquer consumidor de filmes ou animações orientais, o que se espera de alguém com esse nome? Alguém...